Por alguns dias, nas minhas horas de gulodice exagerada (em geral, à noite), a lembrança de tal efeito estético infeliz e o desejo de recuperar aquele antigo favorável, me contiveram a ingestão compulsiva.
Foram só alguns dias, mas durante eles a observação manteve-se presente, influenciando em seu nascedouro a vontade. Quase que naturalmente, a esganação era contida ante a imagem desagradável vivamente retomada pela lembrança.
Alguns dias depois, sentindo este movimento interno começar a se esvanecer, tentei fazer do mesmo vestido novo gatilho para a motivação desencadeada, agora em uma ocasião social. Desta vez não funcionou bem, foi como se a tática perdesse sua força quando repetida muito próxima.
Proposta para nossa pesquisa: não gastar a força efetiva de uma observação acuradamente introjetada. Alterná-la com outras táticas de natureza psicológica.

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