A nossa conduta alimentícia no dia seguinte a comer um pouco - ou muito - mais que o usual por motivo de regozijo (ver postagem de ontem), nos dá uma pista acerca de como reconhecemos intimamente o que se passou neste dia.
Continuar a comilança ou se propor a um jejum 'compensatório' implicariam em destituir este dia de seu legítimo sentido de generosidade, em vários níveis, e , retroativamente que seja, reduzi-lo a preenchimento de vazio (ou no caso do jejum a evitar este reconhecimento).
Voltemos ao movimento cotidiano de observação e atenção ao que, em nosso universo de pensamentos e emoções, acompanha o ritmo de nossas ingestões e exercícios.


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