Fico satisfeita por estar continuando a dieta. 'De forma mais leve' significa ainda exagerando nos queijos e coalhadas de minha adicção pessoal noturna (depois do jantar, antes de dormir) , que preciso 'combater' em um movimento à parte. No mesmo diapasão, a salada do almoço ganhou uma leve coloração vermelha e laranja - das beterrabas e cenouras cruas em finas tirinhas - e outros itens que dela sempre fizeram parte, em sua versão caseira usual, como couve-flor, repolho cru e um legume verde (quiabo, vagem ou chuchu), além das alfaces e rúcula. Até lhes tenho acrescentado, a título de compensação em lugar de bombons em meu aniversário, um vegetal que não costumo utilizar, a 'endívia', tão comum e macia no Hemisfério norte, aqui menos tenra e tão cara! A carne tem sido o peixe.
Continuo bebendo muita água, o dia todo, às vezes limonada e diminuí o refrigerante. De jantar, galinha e ampla variedade de verduras, só a abóbora lhes dando alguma outra cor. Por enquanto, não reintroduzi ainda o feijão, estou aproveitando um pouquinho mais que não sinto vontade de sair da dieta . Ah, em um intervalo ontem entre o café (sempre com queijo branco) e o almoço comi uma castanha do pará e um damasco. De sobremesa, frutas inteiras (laranja ou maçã) , que dão mais trabalho para mastigar e têm menos calorias do que as compotas.

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