terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Da roça a Paris

Na tentativa de retomada de uma alimentação 'normal' , não de fazer uma dieta, vários modelos-sabores se mesclam na minha 'vontade de um bom almoço' nos ensaios da experiência que evite a gula pura e simples.

Repito no prato da cidade o menu do sítio ( ver postagem anterior) tão completo e satisfatório em si mesmo.

Na mesa de fórmica da cozinha, suas vívidas cores esmaecem


Na tentativa  de me propiciar sabores gostosos que evitem a tal 'compensação gustativa exagerada ' depois, resolvo improvisar e me permitir uma mini-degustação de queijos, após o almoço comportado.  Adorava fazer isto, quando estava na França. E todos os franceses o fazem costumeiramente sem explodir as roupas ! Por que não posso me propiciar tal satisfação?

E vamos logo para um gorgonzola cheio de calorias - e de fortes texturas de sabor - na esperança de um só pedacinho cumprir a função imaginada.


Mas um pedacinho apenas é muito pouco para mim. Acabo, no sistema, "só mais uma lasquinha", comendo um queijinho quase inteiro.  Ah, ainda me custa muito renunciar ao que seria uma  quantidade maior que a 'necessária' para satisfazer o prazer gustativo,  

E não consigo entender bem o por quê desta defasagem, do jeito que estou procurando fazer, mais 'orgânico' do que 'intelectual', confiando mais em um reequilíbrio que venha das vísceras, evitando o tal do 'controle' que desvia uma força típica da cabeça para um lugar onde , cedo ou tarde, inadequada que é a tal função, ela será vencida.... 


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