sábado, 12 de setembro de 2015

Oscilações

Não dá para escapar de uma ligeira recaída após um único docinho consumido em situação festiva. Pelo menos para mim, o chocolate que consumi hoje prolonga sua tentação de fazer-se consumir de novo ao menos por uma semana. Se a 'dieta artificial 'logo sucumbe, volta a tentativa de re-educação alimentar. Não sei por quanto tempo quero ou consigo me abster de chocolate e aprender a dosá-lo pode ser a única alternativa.

O  único regime que se mantém é o organizado em função de necessidades nutricionais e simbólicas muito próprias. e, quando deixo um pouco de lado as dietas artificiais tento regressar àquela que me seria a própria. Mantenho, menos rígidos, esquemas que me parecem eficazes, como beber alguns copos d'água por dia; senão oito, ao menos aqueles ao acordar e antes das refeições... Associo fatores comportamentais e nutricionais (além de alguns referentes a questões íntimas mais profundas - um dia ainda falo delas), pois não posso trabalhar um aspecto relevante da questão sem levar outro - também importante -  em consideração.

Há algo de profundamente infantil e furtivo no petiscar em pé em frente à geladeira, 
que é um hábito cuja frequência  eu gostaria de diminuir, como tenho feito em relação 
aos pratos sujos, agora limpos, que mantinham resquícios da gulodice  passada presentes na pia.
Em meio a estas idas e vindas, não abandono a atenção e a intenção que guiam - às vezes mais, às vezes menos efetivamente - o esforço . E talvez, talvez, esteja perdendo algum peso muito devagar.


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