O saldo de minhas Festas - sempre no modo de RE 'Observando' - foi muito bom este ano.
Consegui escapar do impulso de comprar mil guloseimas 'só para ter em casa'. Ao invés, só mandei fazer ou comprei o que iria consumir em refeições ordinárias do período, para dar um gostinho extra de Fim do Ano, em quantidades estritas.
Na ceia de Natal, fiz meu pratinho comedido, um pouco à parte da Turma, sem esquecer a salada com tanta frequência negligenciada nestes dias.
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| Peito de peru, três bolinhos de bacalhau, a farofa molhada que adoro e SALADA. |
Em meu dia de Ano Novo, almoçando sozinha em casa, caprichei na apresentação do tender e da (única) rabanada de sobremesa e até a garrafinha de vinho veio em versão mignon... De lá para cá, não sei bem como e porque (talvez tenha uns palpites, mas vou esperar um pouco , para conferir a constância do movimento), venho melhorando a gulodice. No que diz respeito à dieta, praticando aquelas coisinhas de sempre que os regimes da moda subestimam: duas torradas com queijo e geleia no café da manha, para diminuir a fome até o almoço, demorar vinte minutos em cada refeição para o cérebro reconhecer a fome estar sendo satisfeita, um copo d'água meia-hora antes de cada refeição. E esperar uma hora entre a refeição principal e a sobremesa (dica de uma de minhas nutricionistas do passado; esta só tenho conseguido cumprir no almoço).
Tenho tido algumas transgressões, mas em menor quantidade e menos desvairadas do que em outras ocasiões.
Houve, em paralelo, mudanças psicológicas também. Falo delas em outra postagem.
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